Quinta-feira, 25 de Março de 2010

simplesmente caio.

Simplemente, caio,

assim,

caindo...

As forças parecem sucumbir,

e eu, afogo-me,

numa imensidão de amor,

que aguarda por se dar.

Já não tenho um verbo presente,

nem uma voz real,

apenas vultos e sombras,

do que eras, e do que sou.

As horas arrastam-se, os dias...

vão e vêm,

assim o crepúsculo,

que me leva e toma,

para uma sentida solidão,

onde tudo se afunda,

na desilusão.

Preciso de ti, preciso que chegues,

a tal,

a esperada,

a dona do meu coração,

a minha amada.

Tudo oscila, eu nem gosto nem desgosto,

apenas um barco á deriva,

sem regresso nem ida.

Barafusto, grito, ninguém me ouve,

estou só...

na multidão, apenas mais um,

um corpo presente,

um pensamente ausente.

Nada parece certo,

os minutos tornaram-se infinitos,

e os segundos, dias...

nem tu, nem o sitio esperado,

vem...

apenas bagas,

venenosas, outras...

puro feitiço,

que mostram horizontes,

onde apenas uma escuridão existe.

Já não digo para te manifestares,

digo-te apenas,

para me amparares..

flipe

publicado por flipe às 19:59
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