Quarta-feira, 17 de Julho de 2019

Quebro...

Entre vires e partires,

quebro, e desato,

num nó, que deslaça e abraça, um sempre.

Volto e revolto,

e sem nada espaça-me o verão,

duma primavera que partiu,

e num outono acabado,

pinga, o frio gelado.

Sede, um dia senão,

de uma hora, que flutua,

e crua, deslaça e trapaça,

a carne, o sangue,

a alma.

Perdidos, ouvidos,

saco em flor de rosmaninho,

doce, amargo, destino,

voar querer, simplesmente morrer.

Fraca empatia, que quem não via,

ou verão, cozia, um elo, um só,

enfim, um pão de dó.

publicado por flipe às 23:52
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