Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Chama-me... e eu vou.

Chama-me…

e eu vou;

encontra-me…

e eu de ti serei,

ama-me,

e amor te darei.

Não me deixes aqui,

abraçado no nada,

pensando na tua chegada;

não me faças mais esperar,

pois sinto chegar,

ao limiar,

do meu ter que amar.

Olha para ti.

e olhando, olha em mim,

vês um reflexo,

então sou eu,

o que te espera abraçar,

o que tanto precisa de te amar,

o que olha, e pergunta,

no espelho da rua,

o porquê da solidão,

quando nada justifica,

esta condição.

Sei que estás,

que és,

uma flor num jardim,

uma rosa de cetim,

pois bem…

eu sou o vaso, que transborda,

por te regar,

por te acondicionar,

por te proteger,

e alimentar;

sou este vaso em cristal,

que em sensibilidade,

tudo ecoa num sentido abismal,

tudo vibra,

num sentido colossal.

Vês o ninho no beiral,

dois passarinhos em carinhos…

somos nós,

num dia que virá,

e…

se me lês,

faz deste dia,

o amanhã,

o agora,

e chama-me,

para contigo estar,

e sempre te amar.

 

Flipe

 

publicado por flipe às 20:20
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