Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

incompreensão.

Sorriram, e eu…

não sorri.

Olharam, e eu…

não olhei.

Quiserem ser,

e eu…

não fui.

Não mais serei,

o que não sou,

não mais direi sim,

ao que de mim,

é não.

Outrora fui molde,

cambaleando,

entre o suposto social,

entre o grito,

modal;

hoje,

sou uma mero menino,

despido,

a um cantinho,

brincando sozinho.

Pego no meu lápis,

e na parede,

escrevo amor,

faço da luz,

a sua cor,

e da paz,

o seu pendor.

Com isto,

muitos não olham,

outros, duvidam,

outros, dizem-me para crescer,

outros ainda,

parecem-me compreender;

o que sei,

é que de todos,

haverá um ser,

que reconhecerá,

no meu aguardar, o seu esperar,

no meu pintar, o seu amar,

na minha pintura,

o seu assinar,

em tudo,

o seu estar.

 

flipe

 

publicado por flipe às 21:57
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