Terça-feira, 21 de Agosto de 2018

Sopro o agora

Sopro o agora,

em que os instantes são vazios,

e um mar,

abraça-me em penhascos,

onde rasgam-me devagar.

Leio, comtemplo, e desvaneio,

intrépido, oiço,

e surdo,

silencio,

o vazio.

Lacrimejar, sofrer, ou naufragar,

um misto de um voar,

onde desasado,

caio,

quebrado.

O fim, tão pouco o inicio,

segue, cegueira,

mar, marés, lareira,

fogo gelado,

duro,

e empedrado.

Estradas de uma vida,

quebradas, sem sangue sanguessuga,

esvoaçadas,

cedo assim, a tudo,

a nada,

a ti,

esperada.

publicado por flipe às 15:45
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim


. ver perfil

. seguir perfil

. 44 seguidores

relojes web gratis

.Agosto 2019

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
13
14
16
17
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. Entrelaço e desfaço

. Esqueço

. Desespero

. Para ti... que não conhec...

. Quebro...

. Quem sou… ?

. Escrevo...

. Talvez...

. Dói.

. Simplesmente não consigo

Hug
Photobucket