Segunda-feira, 2 de Outubro de 2023

Mais calmo, colho e permeio,

e debruçado,

caio em devaneio.

Em tudo o que me fixo,

uma linha torta,

longa,

dolorosa,

incapaz de ser direita,

refeita.

Não consigo no peito,

nem no toque da caneta,

algo de um sim pleno,

apenas nãos e medos,

que me travam e destravam na queda…

aquela que há muito pareço negar,

e amar!

Fugindo do amor,

tornei-o sonho,

um algo medonho,

e assim o dever de ser,

desculpas, de querer morrer.

Fugir de mim, de ti, de todos e ninguém,

colho-me no fio, em que seguro,

e perduro,

só.

publicado por flipe às 19:31
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