Mais calmo, colho e permeio,
e debruçado,
caio em devaneio.
Em tudo o que me fixo,
uma linha torta,
longa,
dolorosa,
incapaz de ser direita,
refeita.
Não consigo no peito,
nem no toque da caneta,
algo de um sim pleno,
apenas nãos e medos,
que me travam e destravam na queda…
aquela que há muito pareço negar,
e amar!
Fugindo do amor,
tornei-o sonho,
um algo medonho,
e assim o dever de ser,
desculpas, de querer morrer.
Fugir de mim, de ti, de todos e ninguém,
colho-me no fio, em que seguro,
e perduro,
só.
. Perguntas-me… e eu não se...
. Isto é para ti, meu amigo...
. Sensação
. Parado
. Nojo
. Só
. Não
. Inútil
. Doentio
. Sem ti
. Era tudo
. Pétalas
. Deriva
. Ilusão