Docemente acaricio o vento,
o apego da noite,
que me leva e trás,
ao presente.
Tomo a inocência de uma consciência,
de que seguro e acalento,
o desalento.
De uma criança que sou,
pedindo e sorrindo,
e nada sentindo.
Somos assim, um cetim em rolo,
que nada ainda teceu,
e que simplesmente,
nasceu.
Enrolando é certo,
e até esperando,
caindo ou voando,
mas nada moldando.
Silêncio de mim,
que temo e abraço,
que enlaço;
regendo os dentes,
num amanhecer,
morrer nascer.
E viver!
E o amar?
Não o sabemos segurar,
nem a ponto do véu,
da aliança lembrança,
que logo adormeceremos,
e nasceremos.
Amando e sonhando.
E sonhando,
amando.
Flipe
. Perguntas-me… e eu não se...
. Isto é para ti, meu amigo...
. Sensação
. Parado
. Nojo
. Só
. Não
. Inútil
. Doentio
. Sem ti
. Era tudo
. Pétalas
. Deriva
. Ilusão