Seguro o dia de verão,
o mar da emoção,
pensamento desalento,
de chão. De um mar que vi secar,
e um salgado que vi brotar;
sem olvidar, caio sem sonhar.
Sem ti, sem linhas que te desenham,
e entranham, apenas um desejo de um estar,
o que sempre escrevi e li,
nas linhas – o amar.
E vejo-te nas estrelas, no secar de um chorar,
no abraço de um dar,
aqui seguro, sem te ver ou saber,
conhecer ou ler;
aqui olho, no escuro do anoitecer,
mais um dia de desejo ser,
sem ti, esquecer.
Escreveria o teu nome, e nele pintaria o céu,
mas somente vejo, um véu,
nem uma lembrança que destapas,
e em esperança, atas.
No olhar, fecho um estar,
e corro na noite,
de mãos dadas com o vento,
sentindo que estás,
voando,
em paz.
E apago.
Procurando te onde és.
E serás.
Eternamente.
. Perguntas-me… e eu não se...
. Isto é para ti, meu amigo...
. Sensação
. Parado
. Nojo
. Só
. Não
. Inútil
. Doentio
. Sem ti
. Era tudo
. Pétalas
. Deriva
. Ilusão