Nada é quando pode ser,
um dia e depois de um dia,
não te ter.
Talvez haja num semblante,
num pequeno instante,
a tua imagem que perdi,
e na verdade esqueci.
No lamento, tento,
abraço-me, viro-me e enlaço-me,
diferente, eu sei,
apenas voei.
Já não procuro nem deduro,
aquele que batia, que tentava e sorria,
apenas enxerga, lá longe na razão,
procurando um coração.
Vem, dizia eu, num dia de agonia,
e via que te perdia,
mas enganado talhava,
e esculpia,
a entropia.
A desordem e um sobretudo mofado,
que tudo tapava,
enganado.
Doce lima, que me degusta nos lábios,
e decorre suavemente,
na lágrima que salga,
instantaneamente.
Penas que vão,
e enchem almofadas,
não trago senão,
encharcadas.
. Perguntas-me… e eu não se...
. Isto é para ti, meu amigo...
. Sensação
. Parado
. Nojo
. Só
. Não
. Inútil
. Doentio
. Sem ti
. Era tudo
. Pétalas
. Deriva
. Ilusão