Quarta-feira, 25 de Julho de 2018

Lágrimas

Pesa-me a alma,

o sangue, corta-me as veias,

sinto-o perder-se  em mim,

e eu,

abismo sem fim.

Tudo existia numa razão,

sem isto,

escuridão.

Pintava, e conjuntamente ali ficava,

uma peça de pintura,

congeminando ternura.

Segurando uma sinuosidade,

onde vendo, verdade,

e logo  felicidade.

Cerca incidia,

e eu via, e eu seria.

Quão imagem,  

ilusão!

Sangue, dor, solidão.

Lágrimas de dor,

queimam de amor,

Lágrimas de desalento,

queimam por dentro.

Sou nada, um caneta sem tinta, parada,

uma estrada enevoada,

abandonada.

publicado por flipe às 23:11
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