Entre ilusões, verdades,
e visões,
estremeço e pereço,
na que rejeito,
e cada vez menos enfeito.
O agora não é aqui,
não a colher que cai,
se vai,
mas apenas quando adormeço a acordo,
e no astral,
sorrio, e sou real.
E converso, e voo, e abraço,
e no demais esqueço-me,
assim que estremeço,
e acordo,
naquela carne que me prende.
Mas é assim, como ninho que se entrelaça,
e no instinto daquele que o faz,
e é assim que carrego,
esta carne que me ensina e muitas vezes me domina,
que me liberta do espinho,
e me faz acordar no cimo.
Colho o adeus no agora,
numa ausência de tanto,
de um dia-a-dia de pranto,
e jaz a noite,
o fechar,
o ir,
e o não querer voltar.
O chamado morrer,
na verdade, viver.
. Perguntas-me… e eu não se...
. Isto é para ti, meu amigo...
. Sensação
. Parado
. Nojo
. Só
. Não
. Inútil
. Doentio
. Sem ti
. Era tudo
. Pétalas
. Deriva
. Ilusão