Oiço o véu romper-se,
e a perder-se.
As linhas meias seguras,
quebram,
e levam.
O que sou.
Se te contasse,
sorririas;
mas saberia como ir,
e vir,
e sorrir.
E como a névoa que nos levou,
imagino-te vindo,
e sorrindo.
Contorno o desconhecido,
o não vivido,
e termino.
Apenas sabendo,
que mesmo não te conhecendo,
seguro o sabor do teu amor.
E assim a dor.
Mas urge o momento,
de calento.
Em mim tudo parece escorregadio,
e doentio.
Pedinte, até no ar que rejeito devagar.
Até no ver, que nego ser.
Sede, de não saber,
o que ser.
De morrer,
para te ver.
. Perguntas-me… e eu não se...
. Isto é para ti, meu amigo...
. Sensação
. Parado
. Nojo
. Só
. Não
. Inútil
. Doentio
. Sem ti
. Era tudo
. Pétalas
. Deriva
. Ilusão