Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

incompreensão.

Sorriram, e eu…

não sorri.

Olharam, e eu…

não olhei.

Quiserem ser,

e eu…

não fui.

Não mais serei,

o que não sou,

não mais direi sim,

ao que de mim,

é não.

Outrora fui molde,

cambaleando,

entre o suposto social,

entre o grito,

modal;

hoje,

sou uma mero menino,

despido,

a um cantinho,

brincando sozinho.

Pego no meu lápis,

e na parede,

escrevo amor,

faço da luz,

a sua cor,

e da paz,

o seu pendor.

Com isto,

muitos não olham,

outros, duvidam,

outros, dizem-me para crescer,

outros ainda,

parecem-me compreender;

o que sei,

é que de todos,

haverá um ser,

que reconhecerá,

no meu aguardar, o seu esperar,

no meu pintar, o seu amar,

na minha pintura,

o seu assinar,

em tudo,

o seu estar.

 

flipe

 

publicado por flipe às 21:57
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De aquela a 8 de Outubro de 2008 às 22:12
Boa noite!
É verdade, por vezes somos aquilo que nunca fomos para parecer bem, ou mesmo, talvez, para defenir a "normalidade" (apesar de não existir) na sociedade.
Mas devemos ser aquilo que realmente somos, se não quisermos rir de uma piada, não rimos. Não somos obrigados, não existe regras na sociedade que o obrigem. Então porque as vezes, algumas pessoas o fazem?!
Aliás se todos fossemos iguais, não existeria a tal diferença que deve existir.

Incompreendido?! Talvez, por alguns, por aqueles que não querem pensar na diferença e limitam-se a copiar a forma de ser dos outros.
Aprendi que não me devo moldar aos outros, talvez essa tenha sido a maior lição de vida que já tive! :)

Beijinho.
De flipe a 9 de Outubro de 2008 às 22:05
olá... n sei porque é q tanta gente cotinua nessa farsa, de papeis, d ser o q n são, d fazerem o q n kerem fazer... as tais regras, socias, q nda sou... mas q tantos condicionam, e q tornam, exploradores da felicidade, qd esta imerge somente d cda um, qd esta está em nós, em sermos o q somos, em seguirmos o q sentimos... O n ter q s moldar aos outros, complicado ás vezes, qd a necessidade d integração, d pertença, surge, mas como tu, outrora, fui um pouco molde, hj, sou apenas água, ohando vês o q tenho, o q sou, o q sinto... mas, muitas vezes esta água acumula, ferve, e "sozinha", por vezes pinga, krendo pingar, no abraço esperado, mas por n haver pinga o q doi, e volta a encerrrar a rolha, onde novas tarefas a esperam... Obrigado pelas tuas palavras, são verdadeiramente o q sinto, o q penso, n sejamos o q n somos, mas esforçemo nos p ser o q somos, e p melhorar o q somos, pois como poderemos melhorar o q somos, s n o mostrarmos... beijinhos e obrigado, sempre... e por vires até "mim", e por deixares tão doces palavras, e m alimento, e m sacio... beijinhos
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