Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

aqui estou....esperando....sonhando.... pensando

Aqui estou.... esperando, ía dizer perdido, mas não...... sozinho, tb não, pois acredito que existem sempre espiritos que nos ouvem, nos nos protegem, que nos aconcelham.....cheio de frio, talvez, mas não um frio físico, tb um poukinho, mas mais um verdadeiramente interior, que me faz perder a noção do estar, do sentir, do existir. Nada toca, nada recebe, nem amigos, nem colegas, nem alguém a dar-me a mão, apenas ................ silêncio, e o susurrar do computador.... Nem uma palavra, nem uma sóletra, apenas silêncio..... não será esta a melhor melodia? o lindo e calmo silêncio.... o bater das ondasm tb é tão bom.... sentado numa praia, enrolado numa toalha, ouvindo o desabrochar de cada onda, o bater de cada gosta salgada, .... ou melhor, noite de verão, aquela briza tão doce. tão meiga, tão delicada que nos envolve em cada sopro, e nos susurra baladas de encantar ao ouvido... ouvindo o mar, escutando cada conselho que nos dá... agora e sonhando um pouco mais, alguém está junto de mim... eu encostado a ela, n sei como é, apenas que q defino no enterior, e me completo... seus cabelos, na briza, acariciam-me, sinto este calor interior, aquele que nos aquece, e nele o exterior deixa de fazer sentido... ela olha-me, fixamente, a sorrir, e letra a letra, ouço a mais bela das palavras, amo-te, ouço-as como se nada houvesse, como se a mais bela palavra, tivesse sido proferida pela mais bela mulher, no mais perfeito momento.... as minhas letras congelam-se, nenhuma palavra se forma, apenas lágrimas, caem delicadamente pela minha face, uma a uma, como gostas de orvalho pelo nascer do sol, ela, segura-me uma das lágrimas, e inteiramente o meu ser, estremece, como se toda a vida se resumisse naquele momento, suas delicadas mãos, aparam-me, e todo o meu sofrimento se esvazia naquelas lágrimas, até o meu sorrir se esvazia, e permanece empávido, sereno, como não mais precise de disfarçar, olhando-a, continuo fixadamente, olhando-a, é como se não a visse, é como se não a sentisse, ela sou eu, e eu ela, nenhuma palavra é trocada, mas mil palavras passam entre nós, todas elas cumulativas da palavra amor, no movimento, em lágrimas que se tocam, que se misturam, consistindo o mais perfeito elixir, onde dois sofrimentos se transformam na maior das felicidades, um abraço, tão profundo, tão abraçado, que o mar cessa na sua melodia, e apenas um bater ritmado, de um apenas coração, o nosso, dois sofrimentos, uma felicidade, duas solidões, um amor de vida, dois caimhantes, um só caminho... é noite, é verão, a briza acaricia-nos, envolve-nos, e permanece o tempo, para nos mais sofrermos, para aquele momento jamais deixar de existir, de se perder no tempo, eu e alguém, um dia, neste sonho, neste mar que espera, nesta briza q aguarda, neste tempo que corre.... quando num cruzar de caminhos te encontrar, eu sei sim, eu sei que te vou amar....

Filipe

publicado por flipe às 15:04
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1 comentário:
De _Mariana_ a 1 de Fevereiro de 2008 às 21:14
De entre tantos blogs, encontrei o teu, que passou agora a fazer parte da minha rotina, tenho passado aqui todos os dias para ler smpre o que escreves, porque ao ler as tuas palavras identifico as minhas que teimam em não sair.
Não sei explicar o que sinto ao ler o que escreves, mas nostalgia, talvez seja uma das palavras mais adequadas.
Espero que essa bonita história de amor que descreves-te já se tenha realizado na tua vida, ou se não se realizou, que se venhas a partir de agora a concretizar.
Bj, Mariana

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