Domingo, 3 de Agosto de 2008

Azul...

Azul, sem rubor,

sem dor,

azul de cor,

de amor.

Azul dos céus,

dos mares,

dos sonhos véus.

Cor das palavras,

das letras,

que deixo ser,

que faço envolver.

O teu olhar…

o que me fará apaixonar,

encantar,

será azul?

Ou será um verde Sol,

que em azul de pureza,

se contempla sem destreza.

O desconhecido, será vencido,

quando o azul predominante,

vier avante,

e fizermos dos nossa vista,

azul sem mista,

azul de pura fantasia,

de eterna magia.

 

Filipe

 

 

 

 

publicado por flipe às 15:34
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De poemia a 3 de Agosto de 2008 às 22:36
Lindo.... Cada vez me identifico mais contigo. Afinal, onde tá esse amor puro q tanto procuramos? Pq será q temos tanto pa dar e somos arrastados para o fundo numa queda arrepiante, sem sentido, num zumbido estonteante...? Gostava d viver esse amor, mas... cada vez sinto q tenho menos forças para tal... há sempre alguém q s apodera d nós... se aproveita do q tempos, sacia a sua carência e... depois abandona-nos como s fossemos um simples digestivo... enfim... gostava de falar contigo mais... sem ser por poesia, por simples comentários q dizem muito e q n são suficientemente capazes de te dizer como é bom saber q há pessoas como tu...
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