Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Uma espera interminável...

Uma espera interminável,

de querer sair,

libertar, voar,

sentir, dar.

Ouço tic tac,

num velho habitat,

tudo ruge, tudo assopra,

tudo pede troca.

E porquê este ansiar,

 se no horizonte,

não haverá fonte,

que espere o meu saciar,

o meu dar.

Talvez haja, talvez apareça,

talvez hoje no regresso,

aconteça.

São minutos no futuro,

no depois desconhecido,

em que num nada,

tudo altera em sentido.

E se agora espero,

agora mesmo poderei não esperar,

seria sinal,

de te encontrar.

 

Filipe

 

 

 

publicado por flipe às 17:56
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