Sábado, 21 de Junho de 2008

Fecho os olhos... e abraço-me...

Fecho os olhos e abraço-me,

deixo-me consumir num sonho,

em que me abraças, em que me entrelaças.

 

Não conheço as linhas do teu manto,

nem o perfume do teu pranto,

nem a melodia do teu canto.

 

Nada existe…

Apenas eu, tu, e o nosso abraçar.

Nenhum olhar, nenhum falar,

apenas um perfeito amar.

 

Abraçar, num precisar de amar,

numa necessidade de compreensão,

de não solidão, de segurança,

de uma eterna esperança.

 

Não mais vestidos em timidez,

não mais dor,

 unidos num reflexo de nudez.

num eterno amor.

 

Filipe

 

publicado por flipe às 21:55
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1 comentário:
De sofia a 23 de Junho de 2008 às 18:43
Lindo... gostei muito deste poema! Muito sentido

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