Domingo, 8 de Junho de 2008

Lágrimas...

Lágrimas…

 

Como elas te esperam,

o teu ombro,

o teu toque,

o teu desconhecido olhar.

que as fará jorrar.

 

As tuas lágrimas…

 

Com eu as espero,

como eu faço preparar,

o abraço,

para as tomar.

 

Nesse dia, estas gotas,

serão o baptizar,

do nosso eterno amar.

 

Dói a chuva,

quando não existe o receber,

dói ter que secar,

o próprio brotar.

 

Não façamos inundar,

mais terrenos desertos,

unamos o nosso estar,

e deixemo-nos para sempre amar.

 

Filipe

 

publicado por flipe às 10:40
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De sofia a 8 de Junho de 2008 às 13:10
Olá Filipe! Não me importo nada que tenhas visitado o meu blog e ainda mais que o tenhas comentado. Obrigado! Do mesmo modo fiz eu ao visitar o teu blog... que também gostei muito... parece que temos um poeta de alma cheia não só para receber.... mas com muito para dar! Quando li este teu poema, a sensação que tive é que muito mais do que esperar pelo cair das lágrimas, o essencial é estar lá quando isto acontecer e assim proteger o que de bom tem as coisas... como e o amor.
Fica bem
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