Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

para ti que espero....

Calei, segurei,

ouvi, fugi,

fiz do dificil, fácil,

fiz da dor, necessidade,

suavidade.

Oh caminho,

de pedras afiadas,

que tropeços tamanhos,

que olhares castanhos.

Foi o ser,

foi o aceitar,

o receber e levar,

foi o tudo dar,

e o pouco  guardar.

Como de ti preciso...

de ti,

de ti que nunca vi,

de ti que nunca conheci,

de ti...

Até quando vou aguardar,

até quando terei de sofrer,

até te conhecer.

Não conheço  tempo, nem lugar,

onde sentirei o teu olhar,

nem tão pouco,

o dia em que seremos,

em que trocaremos,

em que viveremos,

em que não mais teremos de esperar,

para nos amar.

Se também esperas,

procura o meu esperar,

quem sabe,

se não seremos,

o amor e o amar.

Filipe

publicado por flipe às 23:30
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