Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

O dia acorda...

 

O dia acorda como adormeceu,

não estando, estás e estarás,

não sendo, és e serás.

A luz que te confessei,

o sonho que te levei,

são almofadas, que suavemente,

abro, e deixo nevar,

sobre o teu ser, o meu sonhar.

Tudo emboca, num cais pensamento,

em que te procuro,

e abro a mão,

e abrindo, traço as linhas,

já marcadas, da nossa junção.

Quero ser louco,

e na loucura me justificar,

quero não ser, para melhor saber,

que irei te amar;

não sendo, e sabendo ser,

sou um pêndulo, de um querer,

querendo, e sabendo que não querer,

é para mim “morrer”.

Ouvindo, e ouvindo-te, ouço-me,

quero cortar, as correntes do receio,

de me aproximar;

se eu não saberei despojar..?,

se eu serei conhecimento, desconhecimento amar...?

Sinto que o meu receio, é em ti,

ferida magoada, não curada,

mas apaguemos a vela que treme,

e acendemos a luz idealizada,

espera esperada, por mim, por ti,

encontrada.

Flipe

publicado por flipe às 10:25
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