Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Como preciso eu de abraçar... de ser abraçado...

Como preciso eu de abraçar,

de ser abraçado,

de amar,

de ser amado.

 

Mas eu sou amado!

e tanto sou e tenho,

que triste fico por sentir,

tamanho imergir.

 

Mas como dói,

estas lágrimas que não escorrem,

esta ansiedade que não se liberta,

esta incompreensão que aperta.

 

Bastou um momento não ocupado,

mergulhado, não estado,

e oscilo por todos os sentidos,

não vividos.

 

Sensibilidade aguçada,

rejeitada, abominada,

que poucos (nenhuns) compreendem,

entendem..

 

Oh Mundo…!! Oh casa estranha,

mostra-me em ti lugar,

onde possa estar,

onde possa amar.

 

Junta-nos, aproxima-nos,

todos nós, seres inseguros, estranhos moradores,

deixa-nos jogar, não com estas leis,

hipócritas, falsas, puramente inúteis.

 

Cede-nos uma ilha, um espaço que ninguém queira,

e esquece-nos… Viveremos assim, apenas numa única flor,

o puro e perfeito amor,

numa única verdade, a simples caridade.

 

Filipe

 

publicado por flipe às 12:27
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