Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Pétalas que abalam...

Pétalas que abalam,

no teu coração,

é em mim um momento,

é em mim uma paixão.

Olhares tormentos,

de flores que floreiam,

de pétalas que ombreiam,

em mares que incendeiam.

Incêndio que não cessa,

que não professa,

que existe, existindo,

que queima, queimando,

e num segredo, escutando.

Tépidos momentos,

do meu existir,

quanto quero, quanto quero eu sorrir,

em sorrisos que vivem,

em viver que existe,

que preexiste, que é em tantas,

faltas triste.

Preconizo o feito,

lamento o efeito,

numa causa de defeito,

de não prática,

de consequência,

na exigência, na vivência.

Do poeta que surge,

por portas fechadas,

de janelas enjauladas,

do poeta que não sou,

que não fui, que não criei,

mas causa em efeito, formei.

Em inspirações, traduções,

em palavras sentimentos,

em sentimentos, simples pensamentos…

E se penso, existo,

e se existo, sou,

e em ti serei,

e a ti te amarei.

 

Filipe

 

publicado por flipe às 00:51
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