Terça-feira, 10 de Junho de 2008

Jangada de amor.

Jangada…

Jangada que construí,

em tempos de criança,

num inocente sonho,

numa pura esperança.

 

Esta jangada,

que continua atracada,

oscilando, esperando,

que nela façam habitar,

o verbo amar.

 

Quando poderá ela navegar,

quando irei eu te encontrar,

quando seremos nós,

tripulantes e amantes,

unidos caminhantes.

 

Estarei em porto esperando,

aguardando, tecendo dias,

compondo melodias,

até á vinda do teu esplendor,

meu eterno e desconhecido amor.

 

Filipe

 

 

publicado por flipe às 14:16
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1 comentário:
De sofia a 11 de Junho de 2008 às 20:10
Adorei!.... No outro post referiste que não eras um poeta nem um escritor... a verdade é que quando leio os teus poemas, cada palavra escrita parece não destoar em nada, ainda quando são tocadas... neste caso...escritas com sentimento e com toda a alma...
Penso que não tenho mais palavras para descrever...

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